Não te esqueças da hora e do dia em que estas

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Esta noite vai ser em tua casa



Era a noite de 31 de Dezembro de 2014 estavas sozinha em casa.
Mais um dia sozinha apenas com o teu telemóvel e o teu facebook.
Já tinhas tomado banho, vestido aquele pijama de flanela fofinho e quentinho que tanto gostavas, por cima usavas um robe para te aconchegar.
Percorrias as páginas dos outros, nalgumas encontravas alento noutras rizadas solitárias quando te tocam a campainha do prédio.
"-estou sim?" Perguntas tu com admiração pelo intercomunicador.
"-ola é o nuno e um amigo. Podemos subir" pergunto eu.
Abres a porta e aguardas junto da porta do apartamento, quando ouves o elevador chegar abres a porta.
-ola, cumprimentando-te com dois beijos na cara.
-Este é o meu amigo pedro. um rapaz com 28 anos com cerca de 1,90m com os ombros largos e cara profunda, dás-lhe dois beijos e convida-nos a entrar.
Vamos para a tua sala onde te sentas no sofá e nos convidas a fazer companhia cada um de nos a teu lado.
O pedro tira o casaco ficando apenas com uma t-shirt apertada que lhe faz sobressair os Abominais e os peitorais, não resistes e olhas e comentas:
Belo físico pedro
Ele senta-se do teu lado esquerdo, eu depois de tirar o casaco sento-me do teu lado direito.
Não consegues retirar os olhos do pedro, eu apercebo-me e digo-te:
-então gostas do meu amigo pedro?
Ao qual tu respondes:
-sim, um rapaz muito bem desenvolvido.
Encosto-me a ti e segredo-te ao ouvido:
“Ele tem muitas cocegas”.
Olhas para mim e sorris.
-Então pedro que fazes da vida. Dizes tu.
-Sou agricultor diz ele
-hummmm isso é um trabalho duro, enquanto com a tua mão direita acaricias o seu bícep.
-Sim. Diz ele passando a mãos pelos peitorais e abominais.
Começo a aperceber-me que será uma noite de festa, um final de ano para recordar, tu cada vez mais te encostas ao pedro e eu vou começando a passar a mão pelo teu cabelo.
O pedro denota um ambiente surreal mas deixa-se ir.
Começas a acariciar os peitorais e os abdominais do pedro parecendo tocar piano.
Eu já de joelhos em cima do sofá acaricio teu pescoço, faço deslizar o robe pelas tuas costas enquanto tu deslizas as tuas mãos para o cinto e os botões das calças do pedro.
Olhas para o fundo dos olhos do pedro e dizes:
-hummmm tem aqui um barrote de madeira dentro das calças.
Pedro olha para mim com um ar incrédulo e com os olhos muito abertos pois nesse mesmo momento puseste seu membro a descoberto e abocanhaste-o até quase aos tomates.
Na posição em que te encontras meto minhas mãos nas tuas costas e começo a arranhar-te as costas com as minhas unhas, descendo até tuas nádegas.
Pedro esta estarrecido sem dizer nada.
Puxo tuas pernas de forma a que fiques deitada de barriga para baixo em cima do sofá, enquanto continuas a chupar e a lamber o membro os tomates de pedro.
Continuo a arranhar-te as costas e as nalgas, começando a puxar as calças do pijama para baixo expondo as tuas nádegas arranhadas, retiro as tuas calças de pijama e começo a beijar os teus pés e a chupar teus dedos, lambo e mordisco teus gémeos, enquanto tu beijas e puxas os pelos púbicos com os teus dentes.
Olhas para o pedro e dizes:
-então não queres fazer parte?
Ao que o pedro se levanta, baixa as calças tirando também os sapatos, tirando a t-shirt e expondo o seu esbelto corpo, eu por sua vez já havia chegado as tuas nádegas as quais afastei com as minhas mãos e introduzia minha língua no teu ânus, voltaste a agarrar o membro do pedro, uma mão nele a outra nos tomates, puxas-te o para perto da tua cara introduzindo na tua boa chupando ritmadamente.
Pedro gemia.
Levanto-me e limpo a baba que me escorria pela cara com uma toalha que estava no braço do sofá, dispo-me enquanto observo a angustia de pedro para não se vir enquanto tu lhe chupas o membro.
Digo:
-calma não mates já o rapaz.
Ao qual tu paras e olhas para mim.
Vês meu corpo desnudo, magro, com um membro erecto na direcção de tua boca, agarras o membro e os tomates e puxas em tua direcção abocanhando quase por completo.
Ponho minhas mãos na tua cabeça agarrando as tuas orelhas acompanhando o ritmo que tu imprimes.
Pedro ajoelha-se e começa a desapertar a camisa do pijama expondo as tuas enormes mamas, pedro agarra uma delas com as duas mãos e chupa como os bezerros chupam.
Eu reviro os olhos ranjo os dentes e digo:
-para. estava quase a vir-me
Olhas para mim com a baba a escorrer-te pelo queixo, debruço-me sobre ti e agarro a tolha para te limpar o queixo.
O pedro continuava a chupar que nem um doido
Toco-lhe no ombro e digo:
-pedro deixa-a deitar-se no sofá.
Quando o pedro para, retiras a camisa do pijama deitando-te de barriga para cima no sofá, pedro volta a atacar tuas mamas enquanto eu desço com a minha boca pelo teu baixo-ventre em direcção a tua vagina despida, afasto tuas pernas expondo tua vulva com meus dedos afasto teus grandes lábios expondo o clitóris, mergulho nele com a minha boca enquanto meus dedos entram dentro de ti, massajo o clitóris com a minha língua enquanto 3 dedos entram e saem vigorosamente da tua vagina, continuo concentrado no teu clitóris já introduzindo um quarto dedo, tu gemes e mordes os lábios.
Pedro salta para cima de ti e poem seu membro entre tuas mamas apontando para tua boca, vai fazendo movimentos ritmados introduzindo e tirando de tua boca, aperta tuas mamas contra seu membro.
Eu por sua vez tenho a barba toda húmida de langonha tua enquanto minha mão completa entra e sai de tua vagina.
-parem. Gritas tu.
Paramos os dois pomo-nos os dois em pé junto ao sofá.
Tu levantas-te e pegas na mão do pedro, fazendo o sentar, poes-te em cima dele cavalgando como se não houvesse amanha.
Eu sorrateiramente deslizo pelas tuas costas agarrando meu membro e introduzi-o dentro da tua vagina junto com o do pedro.
Gemes de prazer
Os três a um só ritmo, entramos e saímos de dentro de ti.
Tu vens-te abundantemente mas continuas a cavalgar o pedro e eu a cavalgar-te a ti,
retiro meu membro de dentro de ti, abro tuas nádegas e cuspo no teu ânus, agarrando meu membro começo a fazer pontaria encostando suavemente e com pequenos movimentos ao vosso ritmo vou abrindo o teu ânus até conseguir fazer entrar a cabecinha, ai entro no vosso ritmo.
Tu gemes reviras os olhos mordes os lábios.
Todos três parecemos só um, em tal sintonia nos encontramos.
O pedro vem-se dentro de ti, tu vens-te outra vez e eu venho-me no teu ânus enquanto se ouvem os foguetes a rebentar na rua.
Sorrimos uns para os outros e desejamos feliz ano novo

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Na Rua



Seguias a passos largos pela rua saída do trabalho era noite deviam ser umas 2 horas da manha, vi-te passar ao fundo da rua, segui no teu encalce, pé ante pé sem fazer ruido, passavas na entrada de um prédio sem iluminação.
Empurrei-te contra a parede, quando olhas-te para mim, nem sabias se havias de gritar, beijei-te antes que gritasses, agarrei tua cara com as minhas mãos, acalmaste-te e eu continuei a beijar-te na entrada daquele prédio sombrio.
Usavas um vestido, era verão e estava calor, minhas mãos desceram até teus seios acariciaram-nos enquanto nos beijávamos loucamente, agarro no teu braço e viro-te contra a parede espremo teu corpo entre o meu e a parede, subo tua saia e dou-te uma palmada no rabo, rodas a cabeça enquanto abres os olhos em espanto, agarro teus cabelos e puxo para que olhes outra vez para a parede, com a outra mão entro dentro de tuas cuecas, acaricio o teu ânus com a ponta do meu dedo, tiro rapidamente a mão de dentro de tuas cuecas e puxo tua anca em minha direcção, agarro tuas mãos que estavam caídas contra a parede e subo-as para cima de tua cabeça, debruço-me sobre ti e digo:
"Estas pronta para que te passe revista"
Tu respondes:
"Sim passa"
E passa um carro pela rua apontando os faróis na nossa direcção mas sem nos ver, puxo então tua saia por cima de teu rabo, afasto tuas cuecas para cima de uma nádega e suavemente volto a introduzir a minha mão, passando o dedo pelo teu ânus, fazendo movimentos circulares, vou afastando as tuas pernas, passa outro carro a grande velocidade, impenetrável avanço com a minha mão em direcção a tua vagina, com o dedo indicador e o dedo médio afasto os teus lábios carnudos, massajo em movimentos circulares para tentar abrir mais, os mesmos dois dedos escorregam para dentro de ti, entram e saem vigorosamente, tu gemes, eu continuo naquele frenesim, acende-se a luz da janela por cima de nós.
Ponho a minha mão livre na tua boca para te impedir de gemer, tiro a minha mão húmida de entre as tuas pernas e agarrando-te no pescoço obrigo-te a ajoelhar, desabotoo as minhas calças e coloco o meu membro dentro de tua boca, tu chupas como se não houvesse outra coisa no mundo.
Eu reviro os olhos e vou soltando tua cabeça, apenas apoiando a minha mão nela, ponho-te a mão na cara e tirando o membro da tua boca, amparando-te enquanto te levantas, encosto-te na floreira, levanto a tua saia e exponho a tua rata sem pelo, mergulho de cabeça no meio de tuas pernas, lambendo e chupando como se não houvesse amanha, minha mão entra e sai de tua vagina em ritmo acelerado, fazendo-te gemer.
Contínuo naquilo durante algum tempo até que tua saia cai sobre a minha cabeça e passa um carro, levanto-me e empurro-te contra as flores que estavam nas tuas costas, meu membro esta duro como uma pedra, penetro-te selvaticamente fazendo-te gemer ainda mais, passa outro carro.
Tu gemes.
Eu penetro-te como se não houve-se amanhã, tiro repentinamente de dentro de ti o meu membro, puxo-te e rodo teu corpo, faço-te debruçar sobre a floreira, levanto tua saia, afasto tua cueca e penetro-te, penetro-te com tanta violência que teus seios saltam para fora de teu vestido e ficam a baloiçar ao sabor das minhas investidas.
Minha mão desliza para o interior das tuas nádegas, meu dedo em riste, sente teu ânus e começa a massajar em círculos, minha outra mão aperta teus seios que pendem para fora do vestido, penetro-te uma e outra vez mais lentamente mas ritmado, meu dedo começa a introduzir-se dentro de teus ânus soltas um gritinho, aperto teu seio e introduzo meu membro até ao fundo de tua vagina.
Meu dedo entrou a apenas alguns centímetros, o suficiente para começar a fazer movimentos circular de forma a alargar teu ânus, continuo a penetrar-te ritmadamente, minha mão aperta apenas o teu mamilo erecto, enquanto a outra já introduz um segundo dedo no teu ânus.
Começo a abrandar, teu ânus dilatou, retiro meu membro de tua vagina e suavemente introduzo dentro de teu ânus, começo lentamente a penetrar-te, aumentando o ritmo a cada investida.
Tu gemes e gritas, eu ponho as minhas duas mãos na tua boca enquanto te penetro selvaticamente, retiro rapidamente meu membro de dentro de ti agarrote pelo braço e faço-te rodar, venho-me abundantemente sobre teus seios.
Tu olhas-me com um olhar ternurento enquanto voltas a chupar o meu membro.

Um exercício de imaginação
Tudo é possível
Gostas-te?

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Ilha



Ninguém é uma ilha.
As ilhas são isoladas e pouco se sabe do que por lá se passa.
Vivemos em sociedade, outras pessoas vêem e ouvem aquilo que fazemos.
Vemos e ouvimos o que os outros fazem, interagimos com as outras pessoas.

Para aquecer



Punha-te a fazer abdominais, corridas a volta do sofá, agachamentos, etc.
Depois de estares bem quentinha, passava-te as mãos pelo cabelo descendo para o pescoço e acabando nos ombros.
Enquanto te seguro os ombros mordisco o teu pescoço indo em direcção a tua orelha e te segredo palavras ao teu ouvido, minhas mãos descem para a tua cintura.
"Vou fazer-te cocegas"
Depois de já ter passado as mãos por onde as passei já devem estar quentes.
E tu dizes ao meu ouvido: “não tenho cócegas”.
Eu estou por trás de ti, tu não dizes nada apenas aprecias o momento.
Deixo a tua orelha olho no fundo dos teus olhos enquanto minhas mãos entram dentro da tua camisola, sobem a tua barriga acariciando a mesma apenas com a ponta dos dedos.
    Sem deixar os teus olhos minhas mãos passam pelos teus flancos, sempre em pontas de dedos, subindo tua camisola e expondo teu corpo nu.
Continuo subindo ate retirar a camisola, dou a volta indo-me colocar atras de ti, repousando minhas mãos no teu pescoço, o qual aperto com firmeza e solto de repente passando a acaricia-lo apenas com a ponta dos dedos.
Minhas mãos descem para os teus ombros novamente apertam e massajam com firmeza, afasto o meu corpo do teu para voltar a acariciar as tuas costas em pontas de dedos.
Meus dedos percorrem toda a extensão de tuas costas, varias vezes, chegam ao colchete do teu sitiam e desapertam ele em fracção de segundos expondo teus seios e teus mamilos erectos.
            Volto para a tua frente, acariciando tua cara, descendo pelo teu pescoço, até minhas mãos repousarem sobre os teus seios, encosto-me a ti e segredo-te ao ouvido: "continuo?"
            E tu dizes ao meu ouvido: "depois de isto tudo queres o parar?"
Quando oiço as palavras que me dizes dou-te um beijo na boca em que quase te tiro o folego, minhas mãos descem para as tuas calças e desabotoam o seu botão, enquanto minha boca passa a mordiscar suavemente o teu pescoço, vou beijando lentamente o teu peito até chegar ao teu seio nu, faço uso da minha língua para humedecer teus mamilos já erectos enquanto vou soprando lentamente, beijo e chupo teus mamilos enquanto tu seguras minha cabeça puxando a mesma em direcção a tua, dou-te outro beijo mais suave e quente voltando a ir para trás de ti.
            Tuas costas nuas estão diante de mim, encosto meu corpo ao teu enquanto minhas mãos acariciam teus seios e descem pela tua barriga em direcção as tuas ancas, suavemente minha língua passa pelo teu pescoço enquanto minhas mãos descem tuas calças, esfrego o meu corpo ao teu enquanto vou deslizando até me por de joelhos para te ajudar a retirar as calças, minha boca fica ao nível do teu rabo, aproveito para dar um beijo carinhoso numa nádega e uma trinca na outra enquanto massajo as tuas pernas apenas com a ponta dos meus dedos de joelhos volto para a tua frente, olho no fundo dos teus olhos enquanto tu inclinas a cabeça para olhares para mim, beijo as tuas pernas enquanto te tiro as cuecas, digo-te para te sentares no sofá que esta ali ao lado, quando te sentas chego-me ao pé de ti afasto tuas pernas com suavidade expondo a tua vagina, continuo a beijar as tuas pernas indo na direcção dela uso os meus dedos para afastar os seus lábios e poder com a minha língua alcançar o clitóris, meus dedos introduzem-se dentro de tua vagina fazendo movimentos ritmados para dentro e para fora enquanto minha língua massaja o teu clitóris, tu tremes e gemes, vou subindo e mordiscando os teus pelos púbicos, beijando a tua barriga e começando a esfregar o meu corpo na tua vagina húmida e gotejante, beijo e chupo teus seios novamente enquanto os aperto e tu gemes com um pouco mais de intensidade, subo esfregando o meu corpo no teu até chegar a tua boca e te voltar a tirar o folego, dirijo-me para a tua orelha e digo:" agora é a tua vez!"

Um exercício de imaginação
Tudo é possível
Gostas-te?

segunda-feira, 25 de maio de 2015

My Grave

Do not stand by my grave and weep.
I'm not there. I do not sleep.
I'm a thousand winds that blow.
I'm a diamond glint of snow.
I'm the gentle autumn rain.
When you awake in the morning hush.
I'm the swift, uplifting rush of quiet birds in circling flight.
I'm the soft starshine at night.
Do not stand by my grave and cry.
I'm not there... Idid not die.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

terça-feira, 21 de abril de 2015

Reason

Everything happens for a reason,
sometimes the reason is you're
stupid and make bad decisions

segunda-feira, 20 de abril de 2015